terça-feira, 20 de maio de 2014
"Hoje não quero admitir que não sei o que escrever. Hoje escreveria até adormecer se a vontade de dormir o exigisse. Hoje escreveria só para não ter que pensar, escreveria linhas na minha mão: linhas curvas, linhas rectas, linhas em zig zag, uma linha de comboio para viajar, um carrinho de linhas para coser as feridas do coração, uma linhagem de reis para aprender a reinar, tantas e tantas linhas que escreveria na minha palma! O três em linha para me jogar e mais duas ou três linhas até dizer "Mais não!". Tudo para disfarçar as linhas que nela ficaram da tua mão." (13.05.2014)
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